STF prorroga suspensão de multas da NR-1 sobre riscos psicossociais
Entenda a decisão do ministro André Mendonça que prorrogou por mais 90 dias a suspensão de sanções da NR-1 sobre riscos psicossociais na ADPF 1316.
Entenda o balanço do MTE: 4.305 denúncias de assédio eleitoral em três dias, 2.087 delas no Sudeste, e o que a Auditoria Fiscal faz com elas.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) recebeu 4.305 denúncias de assédio eleitoral no trabalho em três dias, de 28 a 30 de outubro de 2026, no canal que entrou em funcionamento em 28 de outubro de 2026. O Sudeste concentra 2.087 das denúncias, 48,5% do total, e São Paulo lidera, com 1.325.
O canal faz parte das medidas anunciadas em 28 de outubro de 2026 pelo MTE em conjunto com MPT, AGU, TST, Ministério Público Eleitoral e Ministério da Justiça e Segurança Pública, três dias depois do segundo turno das eleições, em 25 de outubro de 2026.
Todas as denúncias passam pela Auditoria Fiscal do Trabalho, que as analisa e já realiza ações de fiscalização. Quando constata assédio ou discriminação, o auditor lavra auto de infração. O ministério também estuda criar uma lista pública de casos de assédio eleitoral.
O número é de denúncias recebidas, não de casos comprovados, e todas passam pela análise da Auditoria Fiscal do Trabalho.
O MTE divulgou, em 31 de outubro de 2026, que recebeu 4.305 denúncias de assédio eleitoral no trabalho em três dias, de quarta-feira, 28 de outubro, a sexta-feira, 30 de outubro. As denúncias são analisadas pela Auditoria Fiscal do Trabalho, e o ministério afirma que o registro de uma denúncia não significa que o assédio esteja comprovado.
O trabalhador pode denunciar no canal do MTE (assedioeleitoral.trabalho.gov.br) ou no do MPT (mpt.mp.br/assedio-eleitoral). As denúncias são sigilosas.
Quando a fiscalização constata assédio ou discriminação, o auditor lavra auto de infração. O MTE diz que, nesses casos, informa outros órgãos públicos e o Banco Central, para barrar financiamento e empréstimo ao empregador.
O MTE estuda criar uma lista pública de casos de assédio eleitoral, nos moldes da lista de empregadores com trabalho análogo ao de escravo. A proposta está em avaliação.
Denúncias recebidas pelo MTE de 28 a 30 de outubro de 2026:
O segundo turno das eleições foi em 25 de outubro de 2026, e as medidas foram anunciadas três dias depois. A Carteira de Trabalho Digital envia mensagens aos trabalhadores com orientação sobre direitos e sobre como denunciar.
O canal de denúncias do MTE está em funcionamento, as denúncias estão em análise e a Auditoria Fiscal do Trabalho já realiza ações de fiscalização. O governo anunciou notificações a plataformas como Google e Meta para retirar conteúdos que promovam perseguição ou discriminação política, com base em orientação técnica da AGU.
A lista pública de casos de assédio eleitoral está em avaliação e não foi criada. O aviso ao Banco Central é um procedimento anunciado pelo MTE para os casos em que a fiscalização constata o assédio ou a discriminação.
Conteúdo informativo, não substitui orientação jurídica. O número é de denúncias recebidas, não de casos comprovados, e a lista pública está em estudo.
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