TST adia tese sobre periculosidade em prédios com inflamáveis
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda o modelo de três linhas de defesa na gestão de riscos ocupacionais e por que a segurança não pode depender só do técnico de SST.
O modelo de três linhas de defesa organiza a responsabilidade pela gestão de riscos ocupacionais em camadas complementares, cada uma com papel distinto, pra que a segurança não dependa só do técnico de SST.
Lideranças e trabalhadores no dia a dia, que identificam risco na rotina, seguem procedimento e reportam desvio. É a linha mais próxima do risco real e a mais importante, mas sozinha não sustenta o sistema.
A equipe técnica de SST, que estrutura o PGR, define política, monitora indicador e dá suporte técnico à primeira linha. Atua como referência e ponto de controle, sem substituir a responsabilidade da operação.
Avalia de forma independente se as duas primeiras linhas estão funcionando como deveriam, sem responsabilidade direta pela execução. É o que garante que o sistema não se avalie só a si mesmo.
Quando a segurança depende só do técnico de SST, na prática só existe uma linha de defesa, e ela está sozinha.
Distribuir responsabilidade de risco entre as três linhas, com rastreabilidade de cada uma, fortalece o sistema inteiro. Conheça a GNRx
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda a decisão da 7ª Turma do TST sobre operadora gestante, o que o Anexo II da NR-17 prevê para saída do posto e o que o SESMT pode revisar.
Entenda por que o empregador não pode exigir o CID no atestado comum, quando o código é necessário e o limite do sigilo médico.
Mostramos o sistema funcionando com cenários parecidos com os seus e montamos o caminho de implantação junto com você.