TST adia tese sobre periculosidade em prédios com inflamáveis
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda por que conservação, ajuste individual e troca no prazo certo importam tanto quanto escolher o EPI certo.
Fornecer o EPI certo é só metade do trabalho. A NR-6 também exige que a empresa oriente e fiscalize o uso correto, porque boa parte das falhas de proteção não vem do equipamento errado, vem do uso errado de um equipamento certo.
EPI mal guardado, sujo ou danificado perde eficácia mesmo sendo o modelo certo. Luva rasgada, filtro de respirador saturado e protetor auricular ressecado protegem muito menos do que parecem no relatório de entrega.
Tamanho errado de respirador compromete a vedação, capacete sem ajuste de jugular cai na hora que mais precisa proteger. A ficha de EPI que registra só a entrega, sem confirmar ajuste, não garante proteção real.
Cada EPI tem vida útil que depende de uso e ambiente, não só do prazo do fabricante. Adiar a troca porque 'ainda dá pra usar' é onde a proteção nominal se separa da proteção real.
EPI certo, guardado errado, ajustado errado ou trocado tarde protege no papel e falha na prática.
Rastrear entrega, ajuste e validade de cada EPI num único histórico evita essa lacuna entre o papel e a proteção real. Conheça a GNRx
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda a decisão da 7ª Turma do TST sobre operadora gestante, o que o Anexo II da NR-17 prevê para saída do posto e o que o SESMT pode revisar.
Entenda por que o empregador não pode exigir o CID no atestado comum, quando o código é necessário e o limite do sigilo médico.
Mostramos o sistema funcionando com cenários parecidos com os seus e montamos o caminho de implantação junto com você.