TST adia tese sobre periculosidade em prédios com inflamáveis
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda o que é o fator de dobra 3 e 5 no cálculo do FAP, por que eventos graves pesam desproporcionalmente e como isso afeta a empresa.
O fator de dobra é o multiplicador aplicado ao valor da alíquota adicional do RAT, decorrente da aposentadoria especial, dentro do cálculo do FAP. Os fatores 3 e 5 aparecem no cálculo relacionados à gravidade dos eventos, como óbito e invalidez permanente, que pesam mais no índice da empresa.
O fator de dobra faz com que eventos graves, como acidente fatal, tenham impacto desproporcional no FAP em relação a um afastamento simples, refletindo a gravidade real do evento na conta da empresa.
Uma única ocorrência grave pode elevar o FAP da empresa por anos, mesmo com histórico de segurança bom no restante do período, porque o peso do fator de dobra distorce a média.
Contestar o enquadramento incorreto de um evento, quando aplicável, e investir pesado em prevenção de acidente grave, já que o impacto financeiro de um evento fatal no FAP é muito maior do que a soma de vários afastamentos leves.
No cálculo do FAP, um acidente grave pesa como vários leves juntos. É por isso que prevenção de gravidade importa mais que prevenção de frequência.
Acompanhar o FAP e o histórico de eventos graves ajuda a antecipar esse impacto, não só reagir a ele. Conheça a GNRx
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda a decisão da 7ª Turma do TST sobre operadora gestante, o que o Anexo II da NR-17 prevê para saída do posto e o que o SESMT pode revisar.
Entenda por que o empregador não pode exigir o CID no atestado comum, quando o código é necessário e o limite do sigilo médico.
Mostramos o sistema funcionando com cenários parecidos com os seus e montamos o caminho de implantação junto com você.