TST adia tese sobre periculosidade em prédios com inflamáveis
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda a diferença entre indicadores reativos e proativos em SST, e por que um painel completo precisa dos dois tipos.
Monitorar SST só com taxa de frequência e gravidade de acidente olha pro passado. Indicador de verdade acompanha também o que antecede o acidente: quase acidente reportado, atraso em treinamento, EPI vencido, ação de PGR em aberto.
Taxa de acidente, dias perdidos e CAT emitida medem o que já aconteceu. São necessários pra comparação histórica, mas chegam tarde demais pra prevenir o próximo evento.
Quase acidente reportado, percentual de treinamento em dia, prazo de fechamento de ação do PGR e resultado de inspeção mostram a saúde do sistema antes do acidente acontecer. São os que realmente ajudam a agir com antecedência.
O indicador certo depende do risco da operação, mas todo painel deveria ter pelo menos um de cada tipo. Só reativo mostra o passado; só proativo, sem confirmação no resultado real, pode enganar.
Indicador reativo mostra o que já falhou. Indicador proativo mostra o que está prestes a falhar.
Ter os dois tipos de indicador num painel único é o que dá visão completa da gestão de risco. Conheça a GNRx
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda a decisão da 7ª Turma do TST sobre operadora gestante, o que o Anexo II da NR-17 prevê para saída do posto e o que o SESMT pode revisar.
Entenda por que o empregador não pode exigir o CID no atestado comum, quando o código é necessário e o limite do sigilo médico.
Mostramos o sistema funcionando com cenários parecidos com os seus e montamos o caminho de implantação junto com você.