TST adia tese sobre periculosidade em prédios com inflamáveis
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda os modelos de matriz de risco aceitos pela NR-1, quando vale usar um modelo mais complexo e o que não pode faltar em nenhum deles.
A NR-1 não impõe um modelo único de matriz de risco. A empresa pode usar a matriz qualitativa clássica, probabilidade x severidade, ou modelos mais sofisticados, desde que o critério de classificação seja documentado e aplicado de forma consistente em todo o PGR.
Cruza níveis de probabilidade e severidade numa grade, geralmente de 3x3 ou 5x5, chegando a uma classificação de risco baixo, médio, alto ou crítico. É a mais usada por ser rápida de aplicar e fácil de explicar pra equipe.
Atividades com muitas variáveis, como espaço confinado ou trabalho com múltiplos agentes químicos simultâneos, se beneficiam de matrizes que separam mais níveis de severidade ou incorporam exposição e vulnerabilidade como eixos adicionais.
Independente do modelo, o critério de cada nível precisa estar escrito no PGR, com exemplo de aplicação, pra que duas pessoas diferentes cheguem à mesma classificação avaliando o mesmo risco. Matriz sem critério documentado vira subjetiva.
A matriz certa não é a mais sofisticada, é a que a equipe aplica do mesmo jeito toda vez.
Manter o critério da matriz documentado e aplicado de forma consistente dá consistência ao PGR inteiro. Conheça a GNRx
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
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