TST adia tese sobre periculosidade em prédios com inflamáveis
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Conheça os seis elementos básicos que estruturam o GRO, da identificação de perigos à revisão contínua, e por que pular um deles quebra a cadeia.
O GRO, Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, se estrutura em elementos básicos que se repetem em toda implementação séria, independentemente do setor ou porte da empresa.
Levantar sistematicamente o que pode causar dano na atividade, sem se limitar aos riscos óbvios ou já conhecidos historicamente na empresa.
Classificar cada perigo por probabilidade e severidade, com critério documentado e consistente, e ordenar os riscos avaliados pra decidir onde investir primeiro, já que recurso e atenção são limitados.
Definir medida de controle, responsável e prazo pra cada risco priorizado, hierarquizando eliminação e substituição antes de EPI, e executar o que o plano definiu.
Acompanhar se a medida realmente reduziu o risco, com indicador que confirme o resultado, e repetir o ciclo quando a operação muda, fechando o PDCA que sustenta o GRO como processo vivo, não evento único.
Os seis elementos existem numa ordem lógica. Pular um deles quebra a cadeia inteira, mesmo que os outros cinco estejam bem feitos.
Acompanhar os seis elementos dentro de um único processo evita que algum deles fique só no papel. Conheça a GNRx
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda a decisão da 7ª Turma do TST sobre operadora gestante, o que o Anexo II da NR-17 prevê para saída do posto e o que o SESMT pode revisar.
Entenda por que o empregador não pode exigir o CID no atestado comum, quando o código é necessário e o limite do sigilo médico.
Mostramos o sistema funcionando com cenários parecidos com os seus e montamos o caminho de implantação junto com você.