TST adia tese sobre periculosidade em prédios com inflamáveis
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
Entenda os três níveis de causa por trás de um acidente de trabalho: causa imediata, causa básica e falha de gestão.
Todo acidente de trabalho tem uma combinação de causas, raramente uma só. A investigação séria busca a cadeia de fatores, não o culpado isolado, porque é essa cadeia que, corrigida, evita o próximo evento.
São o que se vê na hora, o ato inseguro ou a condição insegura que antecedeu o evento. É o nível mais superficial da causa e o mais fácil de apontar, mas raramente é onde está a solução.
Fatores pessoais, como falta de treinamento ou fadiga, e fatores de trabalho, como procedimento inadequado ou supervisão insuficiente, formam o segundo nível. É aqui que a maioria das correções eficazes acontece.
No nível mais profundo estão as falhas do sistema de gestão que permitiram que as causas básicas existissem: padrão de treinamento fraco, PGR desatualizado, cultura que não valoriza o reporte. Corrigir só a causa imediata deixa esse nível intacto.
Acidente de trabalho não tem uma causa, tem uma cadeia. Corrigir só o primeiro elo garante que o próximo evento use um elo diferente.
Registrar a cadeia completa de causas de cada evento é o que evita repetição do mesmo problema com outra cara. Conheça a GNRx
Entenda por que o TST fará audiência pública antes de fixar o Tema 154 e o que a NR-16 e a OJ 385 dizem sobre área de risco.
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